Essa conta não bate.

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“Você gosta mais dele do que ele de você.”

Me diz #pelamordequalquercoisa quem foi que colocou essa regra pros relacionamentos? De que entre os casais deve haver um amor igual, e que se um amar mais que o outro a coisa está errada?

Vem cá, o amor é mensurável? É preciso mesmo fazer essa contagem? Isso vai te levar a algum lugar?

Merece de fato alguma consideração? Enfim… Amar mais ou menos muda alguma coisa?

Se mudar, querido.. Não é amor.

Ninguém parte do princípio de que em um relacionamento falamos de pessoas diferentes, espíritos diferentes, com culturas e criações diferentes, famílias diferentes, absolutamente tudo diferente. Com aspectos (veja que eu disse aspectos) semelhantes.

E é isso que leva ao crescimento, à evolução.

Me recuso a contabilizar o amor. Acho desnecessário. Impossível, até.

Pode parecer/ser loucura, mas me preocupo muito mais com o amor que eu dôo, do que aquele que eu recebo (até porque esse é só consequência do outro – e isso não quer dizer que deva ser nas mesmas proporções, se é que existem proporções para o amor).

Querer receber o mesmo amor que se dá é o mesmo que fazer caridade pensando em algo em troca.

Não tem que ser assim. Essa conta não bate. E nem tem que bater, pra fazer sentido.

 

 

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